ENGENHARIA ESPIRITUAL (EE) NÃO É UMA RELIGIÃO.

A Engenharia Espiritual não é uma confissão religiosa. Simplesmente, ela tem o propósito ajudar pessoas através de sábios princípios que são encontrados fartamente na Bíblia.  Tais princípios podem ser experimentados por todos, independentemente do credo de cada um. São verdades universais que trazem uma melhoria da qualidade de vida, a nível pessoal, familiar, profissional, social e até mesmo ao ambiente corporativo e acadêmico.

Os conceitos da Engenharia Espiritual podem também ser vividos e experimentados por todos, sem qualquer tipo de discriminação. A decisão é pessoal. Tais conceitos práticos não são aprendidos em escolas e tão pouco podem ser comprados.

Instrui ao sábio e ele se fará mais sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento. O Temor do Senhor é o princípio da sabedoria(Provérbio do Rei Salomão).

A ciência propriamente dita divide-se em suas diversas áreas, como as humanas, exatas, médicas, sociais, psico-comportamentais e outras; mas ela não considera o homem como um ser pneuma-psicossomático. O homem moderno tem investido naquilo que conhece, em específico no seu psicossoma, ou seja, na alma e no corpo. Mas, o conceito pneuma-psicossomático refere-se a um homem que foi criado por um Espírito Supremo.  Na verdade, o homem é constituído de espírito, alma e corpo físico. Ou seja, ele é dotado de um Espírito semelhante ao Seu criador, que possui uma alma (inclui as áreas mentais, emocionais e volutivas) e ambas habitam num corpo físico.

O homem é o único ser dotado de fé, de palavras e ações que geram e produzem aquilo que se deseja ter. O homem pode até não gostar ou mesmo crer em um Deus, mas ele sente falta deste Ser Supremo para preencher e ocupar seu vazio existencial. No âmago de sua natureza ele, o homem, geme pelo contato com o Criador, pela semelhança daquele que é divino e supremo que está acima de todas as coisas, que rege, governa, determina e é, sobretudo, soberano. Ele quer e deseja que o conheçamos como Pai. E o Pai quer bem aos seus filhos. Foi assim que nos ensinou o Mestre dos Mestres, Jesus de Nazaré.